Sharing is caring!

A cozinha é a alma da casa.

É onde surgem as grandes conversas, onde se tomam grandes decisões, onde surgem brincadeiras e sonhos. É durante a confecção das refeições, ou naquele pequeno almoço domingueiro, sem pressas, que surgem grandes ideias. O que é o acto de cozinhar, senão um acto de amor?

Cada Projeto é único. Cada família é única.

Os nossos projectos refletem a família que deles usufrui. Como cada família é única, cada cozinha é projectada nesse sentido, afim de ser única.

E o que é preciso para ser única? Tem que ser à medida das necessidades da família, seja um casal, seja uma pessoa singular, seja uma família com mais ou menos membros. Neste sentido, há cozinhas com vários tipos de layout, lineares, com ilha fixa ou amovível, com península, cozinhas em U, em L, com zona de refeição, cozinha e sala, e dentro destas tipologias há inúmeras soluções.

A funcionalidade não deverá ser descorada, sendo a principal premissa na concretização de um novo layout, respeitar o triângulo funcional entre a zona das águas, frigorífico e placa, afim “aprimorar” a circulação e a facilidade de acesso aos armários.

Seguem alguns exemplos de layout acima mencionados, onde se destaca o triângulo da funcionalidade e circulação.

Imagem: R2 Atelier

Projecto: R2Atelier

Definido o tipo de cozinha/layout, abordamos os materiais, cores, acabamentos, a iluminação e simultaneamente, surgem assuntos como a durabilidade, funcionalidade e estética dos materiais.

A iluminação é umas das características mais importantes na concretização de um projecto, seja de raiz ou de restyling. A luz transforma os espaços e relaciona-se directamente com o nosso estado de espírito.

Projecto: R2Atelier

 

Como podemos planear a iluminação? Definir os espaços e a sua finalidade é o parâmetro inicial a considerar. Pode ser uma zona de trabalho, de refeição, entre outros. Posteriormente, definem-se a temperatura da cor e o tipo de intensidade que, no caso das cozinhas, o “senso comum” diria para ser aplicada uma luz branca. Ao contrário do “senso comum” a iluminação das cozinhas, deve ser parcelada, ou seja, emitida através de vários pontos de luz, com diferentes temperaturas e intensidades pois, como foi dito anteriormente, a cozinha é o local onde tudo se passa.

A melhor forma de iluminar a cozinha é aplicar no tecto focos ou um candeeiro pontual, no caso de não ter oportunidade de colocar mais, por motivos estruturais do espaço.

A iluminação deve ser feita através de uma luz difusa em todos os sentidos e com uma temperatura de entre os 3500 e 4000K.

Quanto à zona entre os armários superiores e inferiores a iluminação poderá ter os mesmos kelvins ou temperatura da luz, mas deverá ter uma difusão fechada afim de tornar mais confortável a zona de trabalho, sem prejudicar a quantidade de luz.

Relativamente à zona de refeição, propomos uma iluminação suspensa, colocada acima da mesa de refeição, ilha ou península, cujo ângulo de difusão seja fechado, para a luz ser direcionada imediatamente abaixo, e cuja temperatura não exceda os 3000K, sempre com uma distância de 70 ou 80 centímetros, da mesa, bancada, ilha ou península. No caso desta área ser uma zona onde se trabalha, lê, onde os miúdos fazem os trabalhos de casa, pode optar por um tipo de lâmpada regulável em termos de intensidade e temperatura de luz.

Projecto: R2Atelier

 

Quando o objectivo é manter a cozinha, mas gostava de dar um novo “look”, mantendo a estrutura base, sem grandes intervenções, existem inúmeras possibilidades.

Falamos em homestyling, que visa através de pequenas alterações, tornar os espaços mais confortáveis, tais como, melhorar o uso da iluminação, mudar as portas e puxadores, remover armários superiores existentes e colocar prateleiras de outro material, mudar a bancada, mudar o revestimento entre os armários superiores e inferiores, colocar uma ilha amovível ou reorganizar o mobiliário, pintar as paredes ou azulejos existentes com materiais adequados, revestir as portas dos armários existentes com papel vinílico adequado para cozinhas, em vez da sua substituição completa, adquirir alguns objectos de uso diário e colocá-los à vista, nomeadamente taças, fruteiras, tábuas/pedras de corte, jarros e copos, flores, pequenos electrodomésticos, afim de completar o ambiente, entre muitas outras soluções.

Referências imagens: Projecto: R2Atelier; IGUZZINI, The Product Book, Itália, Iguzzini Illuminazione; Apartamento em Valência por Fran Silvestre Arquitectos

 


Sobre o R2Atelier

Catarina e Margarida, Designers de Interiores formadas pela Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva. Amigas e colegas de profissão decidiram unir conhecimentos e esforços de forma a consolidar todo o seu percurso académico.

Os projectos do R2Atelier são fruto do constante empenho e dedicação, cujo objectivo se prende directamente em apresentar soluções adequadas a cada espaço e cliente. O estudo daqueles para o qual o projecto se destina é uma ferramenta imprescindível, conferindo a cada intervenção um ambiente singular e personalizado, onde todos os pormenores são cuidadosamente analisados. Desta forma, proporcionamos um serviço completo e tailor made em todos os projectos. O atelier realiza projectos residenciais, comerciais e efémeros, de Arquitectura de Interiores e Decoração, onde realiza, tanto os desenhos necessários para as várias especialidades, como determina a composição cromática, estética e funcional, texturas e mobiliário.

 

 

Saiba mais sobre o R2Atelier aqui.