Sharing is caring!

Já tínhamos saudades de trazer relatos da nossa casa aqui ao blog, mas a verdade é que desde o nascimento do baby M. as grandes empreitadas que temos feito são transportar a criança do quarto para a sala, da sala para a cozinha, e se tivermos muita sorte, depois da cozinha novamente para o quarto…

A boa notícia é que a Margarida B. está cheia de novidades e coisas para mostrar e contar [que podem acompanhar aqui e por isso nunca ficam sem relatos!

Apesar do pouco tempo, e no meio das fraldas e biberões, ainda me arrisquei aqui numa pequena melhoria cá em casa, e apesar de não ter corrido nada como planeei, achei que era uma história que valia a pena ser contada.

Não porque seja espectacular e sinta que vocês têm M-E-S-M-O de ficar a conhecer esta solução, mas porque decorar uma casa também é isto: projectos que nem sempre correm bem, mas que nos divertimos a fazer!

Portanto, hoje vimos contar uma história de uma planta que nunca chegou a ser… [wait for it!!]

Para nós, o maior desafio das casas pequenas é criar vários espaços na mesma divisão e conseguir harmonizar prático e funcional ao estético e decorativo. Nesta senda, um dos nossos maiores desafios foi projectar a cozinha [que é em modo comprida, corredor] e a lavandaria [que acaba numa espécie de marquise] no mesmo espaço [mas sobre isso e sobre as soluções que encontrámos falo mais tarde, num outro relato].

O tema aqui era: a lavandaria acaba numa espécie de marquise –> que tem umas janelas feias para o terraço –> que tem ligação com a sala e não queríamos que os nossos amigos quando viessem cá a casa ficassem a saber quantos pares de meias e camisas tínhamos por lavar. Tínhamos de tapar aquelas janelas feias e a porta de alumínio!

Posto isto, andei pelo nosso amigo Pinterest, à procura de uma inspiração para resolver a questão da janelas feias de marquise que dava para o terraço e para a sala. Não queria uma cortina, não queria perder iluminação e já agora queria criar um ambiente engraçado e que trouxesse plantas para a decoração do nosso terraço.

As inspirações não passavam muito deste registo e comecei a achar a coisa muito complexa e dispendiosa para a disponibilidade que tinha no momento. Por isso tive de puxar pela criatividade e arranjar uma solução mais simples, prática e económica, porém menos estética e glamorosa: dirigi-me ao AKI e comprei uma treliça de hera artificial….

 

Aqui está ela!! Não é a solução ideal, mas no cômputo geral acho que cumpriu o objectivo e não envergonha. Este toque final cor-de-rosa é da buganvília que cresce do outro lado do terraço e sempre serve para darmos um ar menos artificial, enquanto vamos aproveitando para dar cor e dinâmica! O que acharam?

Esperemos que este pequeno relato vos tenha inspirado a usarem a regra dos três P’s também na decoração da casa: pouco, pequeno e possível. É o mote cá de casa para todas as melhorias – quer em nós, quer no ambiente que nos rodeia!

Até ao próximo relato!

Margarida FM.