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Em pleno mês das oportunidades (saldos! – dicas para fazer boas compras aqui), decidimos dedicar o post de hoje da ‘Lista de Compras’ aos artigos em segunda mão.

Os artigos em segunda mão são também uma forma de poupar (a vender e a comprar), de conseguir peças de decoração especiais, de apostar em detalhes e na personalização da decoração das nossas casas.

Artigos em segunda mão?! Porquê?

  1. Têm normalmente preços atractivos, o que nos permite adquirir peças de “valor” superior, por um preço mais em conta.
  2. É possível encontrar artigos descontinuados ou antigos que dificilmente encontramos à venda em lojas convencionais.
  3. São uma boa opção como matéria prima para um ‘restyling’, uma aventura de diy: é mais “fácil” pintar de uma cor berrante um móvel antigo de um desconhecido do que de uma herança de família, certo?
  4. Reduzir, Reutilizar e Reciclar: são uma forma de reduzir a pegada humana!

 

Onde encontrar?

  1. Sites de venda de artigos em segunda-mão, de velharias ou antiguidades.
  2. Feiras de velharias e antiguidades. Há feiras só com este tipo de artigos, regulares, como a Feira da Ladra, em Lisboa, mas também há em muitos mercados secções dedicadas à segunda mão. Até o OLX já organizou feiras de rua, em Lisboa e no Porto. É uma questão de estar atento.
  3. Lojas da especialidade e associações de solidariedade social, são um mundo!
  4. No lixo…se não for mesmo lixo! Muitas vezes, em mudanças ou simplesmente em arrumações, as pessoas aproveitam para deitar fora artigos de decoração que já não fazem sentido nas suas casas. Os serviços municipais oferecem muitas vezes o serviço de recolha deste tipo de objetos, mas enquanto vem e não vem, pode ser que tropece numa grande oportunidade em breve.

 

Como escolher?

  1. Verificar o estado de conservação dos artigos: o barato sai caro se levarmos para casa móveis com bicho da madeira, sofás com fungos ou parasitas, que não só vão destruir o artigo que comprámos como provavelmente vão contaminar muita coisa à volta. O outro aspecto é se funcionam correctamente ou se eventuais danos que tenham são facilmente reparáveis, para não adquirirmos peças que se tornam inúteis.
  2. Evitar móveis que requerem montagem: é natural que já tenham sido montados e desmontados várias vezes (não sabemos) e que, portanto, já não estejam tão sólidos e seguros como originalmente.
  3. Ter atenção a materiais, design, assinatura das peças: saber o que estamos a comprar é importante para avaliar a qualidade do artigo, mas também para saber se estamos a dar um preço justo por ele.
  4. Verificar o preço! Se é verdade que habitualmente o preço é mais em conta do que na compra de artigos novos, a verdade é que – atenção! – nem sempre é assim. Por exemplo, artigos ditos “vintage” muitas vezes surgem inflacionados pela grande procura ou simplesmente porque estão ‘na moda’. Há lojas especializadas neste tipo de design ou profissionais que vendem este tipo de artigos com preços mais justos.
  5. Segurança, a comprar e a vender. Em princípio, as pessoas estão de boa fé, mas evite dar dados pessoais para além dos essenciais para a transacção, se possível opte por encontrar-se com as pessoas em locais públicos ou movimentados, vá acompanhado(a).
  6. Há profissionais em reciclagem de móveis: se tem uma ideia que quer executar, mas não tem a certeza se vai correr bem ou falta-lhe a confiança e/ou o knowhow para arrancar com um projecto diy, consulte um profissional! Ele vai aconselhar na aquisição da peça, na alteração que quer fazer e executar todo o trabalho por si!

 

Por aqui somos grandes fãs de artigos em segunda-mão! Temos vários na #acasadahomy! E por aí?