A utilização de metais na decoração não é uma novidade e é uma realidade transversal a todos os estilos.

Um dos elementos de decoração a ter em atenção na criação de ambientes é o material e textura das peças (de que falámos aqui), capaz de – tal como a cor – transformar qualquer espaço.

Quando falamos em metais, a última tendência tem sido o regresso dos cobres e do dourado rosa, mas se olharmos um pouco para trás, verificamos que os metais estiveram sempre presentes, seja em ambientes mais industriais ou mais requintados, mais femininos ou masculinos.

Este tipo de material é sobretudo utilizado para aligeirar ambientes, dar um toque sofisticado. Surge em pequenos apontamentos, nos pés do sofá ou da mesa de jantar, nas cadeiras e cadeirões, em mesas de apoio. Neste tipo de settings, os metais resultam muito bem quando conjugados com o vidro, outro dos nossos principais aliados na criação de ambientes leves e em espaços pequenos e/ou pouco luminosos.

Mas também surge muitas vezes em peças pesadas (e enferrujadas), sobretudo em ambientes de estilo industrial e vintage, enquanto material presente em maquinaria e sinalética, típico de uma época.

 

Também não raras vezes vemos os metais (ferro), em bruto, em ambientes rústicos e campestres, remetendo-nos a cenários mais bucólicos e de maquinaria agrícola, em que a força e resistência dos materiais são um factor prioritário.

Pela simplicidade e elegância (brilho/reflexo) de muitas peças em acabamento metálico, estes artigos estão quase sempre presentes em ambientes de estilo minimal, pois não sobrecarregam, não preenchem tanto o espaço visual.

Se reparar bem, e sem se ter dado ainda conta, tem em casa alguns apontamentos metálicos (pelos menos uns  pés em alumínio, quase sempre na iluminação) que se enquadram em alguma das situações acima descritas!

Para 2018, os experts dizem que a tendência está na mistura de diferentes tipos de metais na decoração. Aplaudimos esta tendência, mas deixamos uma nota: esta mistura acaba por ser um elemento de cor, por isso há que ter muita atenção na conjugação com os restantes elementos da decoração, para que não fique nem sobrecarregado, nem demasiado ‘metálico’ e sumptuoso, portanto, cansativo…