HOMY

Receitas para a quarentena dos dias

Nem mal nem bem, já toda a gente se refugiou na cozinha ao longo das últimas semanas, experimentando receitas para aliviar o peso deste período de isolamento, que já excedeu o conceito de quarentena.

Estamos em casa (têm acompanhado o ‘diário de uma quarentena’ no nosso Instagram?!) e isso dá-nos mais tempo para experimentar receitas novas, aventurar-nos pelas mais antigas e organizarmos as refeições de uma forma que dá menos espaço para o desenrasca.

Nem sempre é assim, nem todos os dias é assim. Mas às vezes é.

Aqui por casa, estas semanas serviram claramente para experimentar as receitas de sempre da minha avó, a melhor (como as vossas) cozinheira de todos os tempos.

Maria Beatitude homy
Memórias Olfativas, de Maria Beatitude

À moda beirã, fiz favas, borrachões (google it! não há melhor), biscoitos de azeite e bolachinhas de manteiga… ainda me vou aventurar no pato assado no forno (wait for it!).

On repeat, bolo de cenoura e bolo de chocolate (receita daquelas escritas à mão…text me!).

Em modo mais experimental, tentei reproduzir o salmão braseado com molho de sésamo tipo o da cadeia Selfish (fiquei longe…o que raio leva aquele molho?!) e fiz algumas vezes um spagetti com lombos de sardinha, tomate desidratado, coentros e lascas de amêndoa (bom, mas bom).

Neste percurso diário, valorizei realmente o espaço que é a minha cozinha, validei e parabenizei-me por ter aberto a cozinha para a sala (nunca fez tanto sentido! – falei sobre esta obra aqui) e fiz mais uso que nunca de todos os equipamentos e utensílios que coleccionei ao longo dos tempos, em modo prova de que afinal sempre serviam para alguma coisa!

A Teka deu um contributo primordial (e que todos os dias agradeço – #PUB) para que tudo seja possível e a magia aconteça. Uma marca humana, com foco nas relações hoje mitigadas pelo isolamento, protagonizadora de várias campanhas que revelam e enaltecem uma das maiores características nacionais: a vida à mesa, as memórias e tradições que se criam e que são património cultural.

Forno, fogão, exaustor, micro ondas e misturadora (é uma torneira, escusam de ir pesquisar), junto com a minha auxiliar de ascendência alemã Miss Bimby von Vorwerk. Em todos eles me auxilio diariamente para dar alimento às almas cá de casa, inclusive aos cães, que já se deliciaram com uns biscoitos de cão homemade.

Cozinhar para mim sempre foi terapêutico (há dias em que quase roça a obrigação, é certo, mas nunca é a custo que visto o avental).

Hoje em dia é também uma actividade que faço com a minha filha, que claramente está a tomar o gosto e o jeito. Todos os dias me ajuda a fazer o jantar e muitas vezes é ela que me desafia a fazer mais um bolo ou uns biscoitos!

Nestes momentos, somos cúmplices, trabalhamos em equipa, sujamo-nos e a tudo à nossa volta. Ela é que vai buscar os ingredientes, que me arregaça as mangas quando descaem, que controla as medidas de cada ingrediente por ver os números no visor da balança. Ajuda-me a arrumar e a limpar a loiça. Juntas ficamos num excitex para provar. Há melhor que isto?

Conclusão: dúvidas houvesse, a cozinha é um sítio mesmo especial e merece toda a nossa atenção, pois é lá que a magia acontece!

Sugestões para uma cozinha de revista #homydecor:

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cooking, kitchen decor, receitas